domingo, 30 de octubre de 2011

CONSEJOS PARA ECOALDEAS

ENTREVISTA CON ALBERTO RUZ BUENFILL...

“El futuro está en los nucleos sociales cooperativos y sostenibles, los otros proyectos urbanos competitivos, insostenibles, no cooperativos y cada vez más violentos irán en decadencia”

"Todo lo que estamos haciendo con las ecoaldeas, comunidades, permacultura, … es sembrar las bases del futuro”

Alberto Ruz Buenfill


viernes, 14 de octubre de 2011

15-O

Mañana manifestación mundial, por un cambio global.

:: Barcelona, 17h, Plaza Catalunya ::

Busca tu zona y los horarios aquí

lunes, 10 de octubre de 2011

Naomi Klein: "EU ME IMPORTO COM VOCÊ"

Tradução e nota introdutória de Idelber Avelar

Naomi Klein é hoje uma das principais intelectuais e militantes anticapitalistas do planeta. Jovem (nasceu em 1970), apaixonada, corajosa, de brilhante trânsito por uma série de disciplinas e potente domínio da retórica, ela já se destacara como figura central nos protestos de 1999 contra a financeirização do mundo. Em 2000, lançou No Logo, uma crítica das multinacionais e do seu uso do trabalho escravo. Mas foi seu terceiro livro, A Doutrina do Choque: A Ascensão do Capitalismo do Desastre, que a elevou à condição de uma das principais intelectuais de esquerda do mundo. Com capítulos sobre os EUA, a Inglaterra de Thatcher, o Chile de Pinochet, o Iraque pós-invasão, a África do Sul, a Polônia, a Rússia e os tigres asiáticos, Klein demonstra como o capitalismo contemporâneo funciona à base da produção de desgraças, apropriando-se delas para o contínuo saqueio e privatização da riqueza pública. De família judia, Klein participou, em 2009, durante o massacre israelense a Gaza, da campanha “Desinvestimento, Sanções e Boicote” (BDS) contra Israel. Num discurso em Ramalá, pediu perdão aos palestinos por não ter se juntado antes à campanha BDS.

Nesta quinta-feira, 06 de outubro, Naomi Klein compareceu, convidada, à Assembleia Geral de Nova York. A amplificação foi banida pela polícia. Não havia microfones. Num inesquecível gesto, a multidão mais próxima a Klein repetia suas frases, para que os mais distantes pudessem ouvir e, por sua vez, repeti-las também. Era o "microfone humano". O memorável discurso de Klein foi assistido por dezenas de milhares de pessoas via internet. A Fórum publica o texto em português em primeira mão. É um comovente documento da luta de nosso tempo.

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Eu amo vocês.

E eu não digo isso só para que centenas de pessoas gritem de volta “eu também te amo”, apesar de que isso é, obviamente, um bônus do microfone humano. Diga aos outros o que você gostaria que eles dissessem a você, só que bem mais alto.

Ontem, um dos oradores na manifestação dos trabalhadores disse: “Nós nos encontramos uns aos outros”. Esse sentimento captura a beleza do que está sendo criado aqui. Um espaço aberto (e uma ideia tão grande que não pode ser contida por espaço nenhum) para que todas as pessoas que querem um mundo melhor se encontrem umas às outras. Sentimos muita gratidão.

Se há uma coisa que sei, é que o 1% adora uma crise. Quando as pessoas estão desesperadas e em pânico, e ninguém parece saber o que fazer: eis aí o momento ideal para nos empurrar goela abaixo a lista de políticas pró-corporações: privatizar a educação e a seguridade social, cortar os serviços públicos, livrar-se dos últimos controles sobre o poder corporativo. Com a crise econômica, isso está acontecendo no mundo todo.

Só existe uma coisa que pode bloquear essa tática e, felizmente, é algo bastante grande: os 99%. Esses 99% estão tomando as ruas, de Madison a Madri, para dizer: “Não. Nós não vamos pagar pela sua crise”.

Esse slogan começou na Itália em 2008. Ricocheteou para Grécia, França, Irlanda e finalmente chegou a esta milha quadrada onde a crise começou.

“Por que eles estão protestando?”, perguntam-se os confusos comentaristas da TV. Enquanto isso, o mundo pergunta: “por que vocês demoraram tanto? A gente estava querendo saber quando vocês iam aparecer.” E, acima de tudo, o mundo diz: “bem-vindos”.

Muitos já estabeleceram paralelos entre o Ocupar Wall Street e os assim chamados protestos anti-globalização que conquistaram a atenção do mundo em Seattle, em 1999. Foi a última vez que um movimento descentralizado, global e juvenil fez mira direta no poder das corporações. Tenho orgulho de ter sido parte do que chamamos “o movimento dos movimentos”.

Mas também há diferenças importantes. Por exemplo, nós escolhemos as cúpulas como alvos: a Organização Mundial do Comércio, o Fundo Monetário Internacional, o G-8. As cúpulas são transitórias por natureza, só duram uma semana. Isso fazia com que nós fôssemos transitórios também. Aparecíamos, éramos manchete no mundo todo, depois desaparecíamos. E na histeria hiper-patriótica e nacionalista que se seguiu aos ataques de 11 de setembro, foi fácil nos varrer completamente, pelo menos na América do Norte.

O Ocupar Wall Street, por outro lado, escolheu um alvo fixo. E vocês não estabeleceram nenhuma data final para sua presença aqui. Isso é sábio. Só quando permanecemos podemos assentar raízes. Isso é fundamental. É um fato da era da informação que muitos movimentos surgem como lindas flores e morrem rapidamente. E isso ocorre porque eles não têm raízes. Não têm planos de longo prazo para se sustentar. Quando vem a tempestade, eles são alagados.

Ser horizontal e democrático é maravilhoso. Mas esses princípios são compatíveis com o trabalho duro de construir e instituições que sejam sólidas o suficiente para aguentar as tempestades que virão. Tenho muita fé que isso acontecerá.

Há outra coisa que este movimento está fazendo certo. Vocês se comprometeram com a não-violência. Vocês se recusaram a entregar à mídia as imagens de vitrines quebradas e brigas de rua que ela, mídia, tão desesperadamente deseja. E essa tremenda disciplina significou, uma e outra vez, que a história foi a brutalidade desgraçada e gratuita da polícia, da qual vimos mais exemplos na noite passada. Enquanto isso, o apoio a este movimento só cresce. Mais sabedoria.

Mas a grande diferença que uma década faz é que, em 1999, encarávamos o capitalismo no cume de um boom econômico alucinado. O desemprego era baixo, as ações subiam. A mídia estava bêbada com o dinheiro fácil. Naquela época, tudo era empreendimento, não fechamento.

Nós apontávamos que a desregulamentação por trás da loucura cobraria um preço. Que ela danificava os padrões laborais. Que ela danificava os padrões ambientais. Que as corporações eram mais fortes que os governos e que isso danificava nossas democracias. Mas, para ser honesta com vocês, enquanto os bons tempos estavam rolando, a luta contra um sistema econômico baseado na ganância era algo difícil de se vender, pelo menos nos países ricos.

Dez anos depois, parece que já não há países ricos. Só há um bando de gente rica. Gente que ficou rica saqueando a riqueza pública e esgotando os recursos naturais ao redor do mundo.

A questão é que hoje todos são capazes de ver que o sistema é profundamente injusto e está cada vez mais fora de controle. A cobiça sem limites detona a economia global. E está detonando o mundo natural também. Estamos sobrepescando nos nossos oceanos, poluindo nossas águas com fraturas hidráulicas e perfuração profunda, adotando as formas mais sujas de energia do planeta, como as areias betuminosas de Alberta. A atmosfera não dá conta de absorver a quantidade de carbono que lançamos nela, o que cria um aquecimento perigoso. A nova normalidade são os desastres em série: econômicos e ecológicos.

Estes são os fatos da realidade. Eles são tão nítidos, tão óbvios, que é muito mais fácil conectar-se com o público agora do que era em 1999, e daí construir o movimento rapidamente.

Sabemos, ou pelo menos pressentimos, que o mundo está de cabeça para baixo: nós nos comportamos como se o finito – os combustíveis fósseis e o espaço atmosférico que absorve suas emissões – não tivesse fim. E nos comportamos como se existissem limites inamovíveis e estritos para o que é, na realidade, abundante – os recursos financeiros para construir o tipo de sociedade de que precisamos.

A tarefa de nosso tempo é dar a volta nesse parafuso: apresentar o desafio à falsa tese da escassez. Insistir que temos como construir uma sociedade decente, inclusiva – e ao mesmo tempo respeitar os limites do que a Terra consegue aguentar.

A mudança climática significa que temos um prazo para fazer isso. Desta vez nosso movimento não pode se distrair, se dividir, se queimar ou ser levado pelos acontecimentos. Desta vez temos que dar certo. E não estou falando de regular os bancos e taxar os ricos, embora isso seja importante.

Estou falando de mudar os valores que governam nossa sociedade. Essa mudança é difícil de encaixar numa única reivindicação digerível para a mídia, e é difícil descobrir como realizá-la. Mas ela não é menos urgente por ser difícil.

É isso o que vejo acontecendo nesta praça. Na forma em que vocês se alimentam uns aos outros, se aquecem uns aos outros, compartilham informação livremente e fornecem assistência médica, aulas de meditação e treinamento na militância. O meu cartaz favorito aqui é o que diz “eu me importo com você”. Numa cultura que treina as pessoas para que evitem o olhar das outras, para dizer “deixe que morram”, esse cartaz é uma afirmação profundamente radical.

Algumas ideias finais. Nesta grande luta, eis aqui algumas coisas que não importam:

Nossas roupas.

Se apertamos as mãos ou fazemos sinais de paz.

Se podemos encaixar nossos sonhos de um mundo melhor numa manchete da mídia.

E eis aqui algumas coisas que, sim, importam:

Nossa coragem.

Nossa bússola moral.

Como tratamos uns aos outros.

Estamos encarando uma luta contra as forças econômicas e políticas mais poderosas do planeta. Isso é assustador. E na medida em que este movimento crescer, de força em força, ficará mais assustador. Estejam sempre conscientes de que haverá a tentação de adotar alvos menores – como, digamos, a pessoa sentada ao seu lado nesta reunião. Afinal de contas, essa será uma batalha mais fácil de ser vencida.

Não cedam a essa tentação. Não estou dizendo que vocês não devam apontar quando o outro fizer algo errado. Mas, desta vez, vamos nos tratar uns aos outros como pessoas que planejam trabalhar lado a lado durante muitos anos. Porque a tarefa que se apresenta para nós exige nada menos que isso.

Tratemos este momento lindo como a coisa mais importante do mundo. Porque ele é. De verdade, ele é. Mesmo.


(Reproduzido do site da Revista Fórum: http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9518/a-coisa-mais-importante-do-mundo-)

domingo, 11 de septiembre de 2011

El improbable 11-S

Mañana la prensa mundial estará pendiente de este tema. Sin embargo, esta versión del más grande ataque terrorista de la historia no la verás en la tele:


sábado, 10 de septiembre de 2011

: juntar los dos puntos finales de la linea para formar una rueda :

Increíble documental narrado por Annie Leonard que habla del ciclo de vida de los bienes y servicios en nuestro planeta, pero de una manera muy simple y por eso pasas a tener una mirada mucho más crítica de la sociedad de consumo actual, por las malas consequencias que esto puede causar.

Tenemos que conocer como realmente funciona esta produccion para saber hacia donde vamos y que ideas podemos desarrollar para salvar lo que queda (video dividido en 3 partes):





miércoles, 7 de septiembre de 2011

: que tiene que ver comprar un vuelo con "patrocinar" o no la vivisección de animales? :

Texto publicado el 07/09/2011 en http://turismo-responsable.com/blog


LAS AEROLINEAS QUE DICEN NO A LA VIVISECCIÓN

El pasado 12 de Julio la compañía aérea American Airlines anunció que se unía al grupo de aerolíneas que no efectúan transporte de primates para la “investigación científica”.

La British Union for the Abolition of Vivisection (BUAV) ha declarado que como resultado de las conversaciones mantenidas con AA, la aerolínea estadunidense ha decidido cuál va a ser, desde ahora en adelante, su política con respecto al transporte de primates para la investigación, vivisección o cualquier otro tipo de explotación animal.

Michelle Thew de Union for the Abolition of Vivisection, además ha pedido a los viajeros de todo el mundo que chequeen la política de la compañía aérea que quieren elegir antes de reservar un vuelo.

Creo que a veces los turistas nos olvidamos de la importancia que tiene cada y una de nuestras acciones y del poder que tenemos en nuestras manos cuando compramos un vuelo, reservamos un hotel o elegimos un tour operador. Y ya que hablamos de una compañía estadunidense, como dicen los americanos… “Your dollar is your vote”!

A continuación puedes encontrar el listado de las aerolíneas que no transportan animales para la investigación científica (entre las más “interesantes” para nuestro país: Ryanair, Tap Portugal, Singapore Airlines, Iberia, Easyjet, British Airways y Alitalia) y de las que sí, siguen haciéndolo (como Air France y Lufthansa!)

http://www.buav.org/our-campaigns/primate-campaign/primate-cargo-cruelty/airlines-stance

Personalmente, a la hora de planear mi próximo viaje, intentaré no olvidarme de las elecciones que han hecho las diferentes compañías en tema de explotación animal y haré mi propia elección en consecuencia.

martes, 6 de septiembre de 2011

: pequenos grandes atos :

um grande exemplo de pequenas atitudes que podem ser um pontinho dentro de uma grande rede:

: quitando la mascarilla de los que venden enfermidades :

os paso este documental que habla un poco sobre la SIDA (AIDS en português), ya que veo muy importante aclarar informaciones sobre este tema...

seguimos reproduciendo el miedo que hace dar dinero a los que venden esta enfermedad que "no existe"?

después de ver este documental y ver también que hay muchos trabajos que prueban que por detrás de la SIDA hay mentiras y contradiciones, tengo otra opinión sobre este tema que, por suerte, me dió esperanza de que las informaciones en general (de esta enfermedad y de otras más) se están escapando de las manos y mentes de los que tienen poder sobre esto.

sábado, 3 de septiembre de 2011

: domingo verde :




MAÑANA (04/09) - 3° Feria Agrícola de Collserola en la plaza del Centro Civico Vazquez Montalban (barrio de Vallvidrera - Barcelona) de las 10hrs hasta las 15hrs.

VENID A CONOCER LOS PRODUCTOS ARTESANALES Y BIOLOGICOS PRODUCIDOS POR LOS PEQUEÑOS AGRICULTURES DEL LOCAL --> verduras y frutas organicas, refrescos naturales, cerveza artesanal, cosmeticos 100% naturales, hiervas aromaticas, etc + talleres, exposiciones, documental y concierto para celebrar el início del octoño en la naturaleza, como tiene que ser. Un día para disfrutar del buen ambiente producido por los campesinos y organizadores del evento y sobretodo tener acceso a los productos hechos con mucho amor.

Nosotras estaremos allá con nuestra mesita!

OS ESPERAMOS!

jueves, 1 de septiembre de 2011

Máquina do tempo

Quer dar uma espiadinha na rotina diária da sociedade do futuro?

Neste documentário elaborado pelos alunos do curso de Rádio e TV da FAPCOM (Faculdade Paulus de Tecnologia) você conhecerá o dia a dia de algumas pessoas que já estão envolvidas com a permacultura e a consciência sustentável do planeta.

O curioso é que os entrevistados comprovam que não é preciso sair das grandes cidades para vivenciar essa experiência de que um novo mundo é possível.

Confira o vídeo!